terça-feira, 20 de maio de 2008

mt bem :)



os meninos deram o seu contributo para a segurança rodoviaria!

eu vou ver o surfista profissional :P ehehe


domingo, 18 de maio de 2008

O ricardo parte I


Ricardo andava triste e desolado com a vida.... tudo lhe corria mal...




nem com o seu olhar sedutor a vida lhe corria bem...


ricardo parte II


até q um dia .. encontrou a sual alma gemea... LuluBem... há quem lhe chame jacaré, eu chamo-le Lulu OU CARACOL...
é irrequieto... e assim q viu o ricardo nunca mais a vida do jacaré foi a mesma .. eles brincaram toda a noite, deram beijinhos.. nunca mais se separaram <3
Eu sabia ricardo q um dia tu ias te apaixonar :)






obrigado por estarem á minha beirinha....

gostava que as palavras ditas o fossem a tinta permanente. que não se apagassem só porque deixámos de as dizer um dia. tenho vontade de repetir vezes sem conta o que te disse e me disseste e não quero esquecer.Obrigado por me reconhecerem como pessoa, obrigado por aguentarem as minhas birras, o meu feitio, as minhas agonias... voces estao sempre lá qd estou prestes a vegetar no sofa toda deprimida, a vossa voz conforta-me, o olhar,... o sorriso. " oh sara n sejas assim!" " oh sara n sejas desarrumada" " oh sara tu n existes" "oh sara o q é q tu fizeste" " oh sara n des beijinhos na boca ao fred" quando será que as palavras deixam de ser suficientes? ficámos em silêncio. sem palavras que nos pudessem salvar. afogámo-nos em todas as que inventamos para contar o nossa amizade. e eu pensava que essas palavras eram só nossas e jamais as deixariamos de dizer. 'eu oiço-te, mesmo que me fales a cantar'. não posso mais dizer-te nada. escrevo o que ainda não tinhamos dito. mesmo com medo de ficar surda por continuar a ouvi-las na minha cabeça.

Adoro-vos ....

sábado, 17 de maio de 2008

fast food



Sempre existiram preconceitos em relação à fast food, mas eu tenho ideia que este tipo de comida está para a gastronomia como a pornografia para o cinema, ou seja, todos gostam mas ninguém assume.
Tal como em tudo na vida há sempre o bom o mau e, em alguns casos, o vilão. Na política existem os políticos bons e o Sócrates, na pornografia há as más actrizes e a Cicciolina, e há a má fast food e a ok sei lá!. O vilão, em alguns casos, é a ASAE!
Sou da opinião que existem dois tipos de fast food. A que é elaborada de forma rápida, como diria o meu avô, “mal e porcamente”, e a que é feita para ser comida rapidamente mas confeccionada com tempo e carinho, É aí que reside a diferença.
A primeira é de má qualidade e está associada aos hambúrgueres, cachorros e derivados. A segunda é à “portuga” e os menus são compostos por sopas, bifanas, pregos, sandes de ovo, panados, chamuças e por aí fora. È neste mar de escolhas que se destaca a MIMOSA, uma padaria/pastelaria que abre ás duas da manhã e fecha por volta das nove da noite, ali para os lados da Baixa..LOOLL.. Sei de muita boa gente q já n sobrevive sem a mimosa...
Para terminar uma referencia ao curioso sistema de comunicação em que os clientes vão sendo informados, qual aeroporto ou estação de expressos, tambem podiam informar os horários a que vão sair... os pasteis, o pão ou qualquer outro produto.

gato...


Tenho um gato.. na janela. Espreguiçado e sonolento. Olha vagarosamente para tudo. Não conhece o que se passa lá fora. Está parado, muito quieto, a observar. Não tem medo de nada este gato. Não tem medo dos miúdos que crescem nem dos graúdos que morrem e que pelo meio da vida lá vão dando uns chutos nos gatos. Se não soubesse que é um gato diria que pensa enquanto olha. Que pensa na vida, na dele aqui fechado e na nossa aqui com ele. Que sofre e vibra com ela como com as moscas que zanzeiam pela casa. Que se preocupa com a nossa vida como com o prato cheio. Que quando vem ronronando para dar umas voltas nas nossas pernas é só para nos dar um mimo. Que mia ao acordar para nos dizer bom-dia. Que sabe que nem todas as plantas lhe pertencem, mas gosta de viver com risco. Tenho o meu gato na janela , que eu digo,meu gato.

escrever....


encontrei um olhar triste. olhei para perceber de onde vinha a tristeza, mas era preciso ir bem lá ao fundo...não consegui perceber , armei-me em detetive e fui tirar satisfações com a alma,dizem que os olhos são o seu espelho, e se estavam tristes, alguma coisa ela teria para me dizer. pois é... mas quem diz que eu conseguia espreitar-lhes a alma?! não deixaram. não me quiseram levar por ali, com medo que eu encontrasse a roupa toda que estava acumulada no cesto...
passei-me! eu é que devia decidir essas coisas, eu é que era a única superpotência do corpo que podia comandar todos as partes... e eu estava cheia!

Lava-se a roupa suja no cesto da alma. Porque o cesto já está cheio, transborda cheiros, risos, desilusões, arrufos, paixões, regressos, surpresas, sexo, saudade, felicidade, medo, amargura, desgosto, maldade, injustiça, ferida, beijos na boca daqueles que não secam nunca de tão molhados que são, solidão, angústia, egoísmo, loucura, emoção, quilos a mais dos chapéus de chuva de chocolate que derretem em dias sem sol, dúvida, raiva, sentimento, mistério, traição, amizade, carinho, vício, tentação, filmes, livros, quadros sem riscos e com chaminés a deitar nuvens de fumo do almoço que a família feliz faz dentro da casa com telhado vermelho.
É difícil lavar a alma, mesmo com os melhores detergentes. Escrever é como pegar nesse cesto que junta e mistura tudo e voltar a tirar e separar tudo para, enfim, contemplar sensação a sensação, momento a momento, tocar-lhe, sentir novamente, lembrar do que é ou foi ou podia ter sido, para então arrumá-la limpinha. Uma a uma. Escrever aquilo que se sente na alma é tão tortuoso quanto senti-lo. Porque é tão difícil escrever sobre o que se sente quando não se sabe sequer o que se sente nem porquê. Ou não se quer sentir e sente-se ainda mais. Quando se tem medo de dizer alto o que o coração grita, berra, arranha, parte, devora, chora, encerra. Quem escreve sobre a alma atormenta-se. Mostra tudo. O que não quer porque a alma é nossa e não a vendemos ao diabo - ou até vendemos mas não queremos que ninguém saiba. Porque se vive tudo de novo e tudo outra vez. E como a alma também se enche de coisas boas, escrever é tanto mais ainda a pastilha anti-calcária da lavagem da roupa suja do cesto da alma - alivia, purga, devolve-nos o sorriso, a esperança. Escrever sobre o que é proibido falar pelas razões que a razão conhece mas às quais nunca foi apresentada formalmente. Porque é preciso lavar a alma. A alma tem de viver limpa. Porque não podes continuar a prometer-lhe o que não consegues fazer só porque a tua cabeça não deixa o teu coração em paz. Porque não podes continuar a ter medo de sentir e dar a mão quando te preocupas. Quando não podes esgotar-te na vida como se ela se fosse se não a fechasses bem numa caixinha e a abrisses só de vez em quando para te lembrares que existes.
Escrever é um tormento mas um sem medo atormentado, uma coragem de espicaçar o tempo e a vida e os outros e nós e tudo. Uma força que vem de ti se deixares a palavras correrem livres pelos caminhos verdes

segunda-feira, 12 de maio de 2008

conhecemo-nos ?

distinguirias a minha mão se te tapasse os olhos? saberias se eram os meus lábios que tocavam os teus, desprevenido? saberias ver o que me corre no pensamento? se eu gritasse de noite, saberias o que fazer? saberias perceber que as minhas razões eram razões, distingui-las do histerismo de quem é insegura mas não foge a nada, mesmo quando há resistência, só para invadir esse teu orgulho mascarado, devastador? saberias que me deixavas sem norte, sem sentir nem entender nada, quando às vezes bastava apenas um gesto, um só, para me encontrar de novo? saberia eu que tu saberias algumas destas coisas e eu não conseguia lá chegar? tentaste ensinar-me?, eu também não saberia muita coisa, sei que não. a dúvida tornou-se um ruído da mensagem que chegou distorcida . não nos conheciamos. faltava-nos aquilo que só o tempo trás, a intimidade, um diálogo mudo de olhares cúmplices, palavras sem letras nem construção gramatical. só saíndo de nós mesmos para alcançar o outro. e não houve tempo. antes que houvesse, desistimos por um punhado de verdades absolutas que nos fez esquecer do que fomos, perdidos&achados num momento onde vidas se cruzaram e saíu-nos uma surpresa embrulhada em papel com uma grande fita de cetim vermelho a apertá-la, à espera que descobrissemos o que quiséssemos lá dentro. podia sempre ser melhor - mas igual - nunca.

faz-me mal estar aqui.

eu e pronto!!!


pedem-me o impossível. que viva bem, que não stresse, que coma proteínas e vitaminas e beba muita água por dia, que não seja insegura, que faça exercício físico, que seja a melhor para os outros mas que não me preocupe tanto com os outros, que dê tudo mas cuidado com o que dás - um pé à frente e outro atrás - e isso é entrega? que pague o condomínio a tempo e horas, que arrume a minha roupa espalhada no quarto que não seja exigente porque quero que tudo seja perfeito e ninguém está preparado para isso, que não fique deprimida sempre que tenho devaneios amorosos, que não corte as unhas rente mas que as pinte, porquê?!, e que não gaste demasiado dinheiro em roupa. que acredite. que seja eu. mas eu sou isto tudo, um rasgo de contradição num momento catalizador de coerência. uma força paralisante e inegostável. um pesadelo que só a mim me persegue e que estraga o meu melhor sonho. um momento de silêncio num sorriso que pode curar todas as feridas do mundo. eu já sou eu e continuam a pedir-me o impossível. não que seja outra. mas que deixe de ser eu.

domingo, 11 de maio de 2008

nim..


as coisas que pensamos enquanto estamos na casa de banho, sentados na sanita. talvez por ser seguro. é um lugar onde nem às paredes se confessa porque seria demasiado embaraçoso. foda-se! não há papel. ó Mãeeeeeeeeeeeeeeeeee! foda-se! já não moro com a minha Mãe. para não perder mais tempo, já que estou mesmo ali, penso sem querer, o que não é difícil porque ocorrem-me as mil ideias do costume, os pensamentos reciclados, as coisas que esqueci temporariamente, a lista dos 'deve-e-haver'. devo muitas coisas. principalmente porque abusei muito do Nunca. eu Nunca vou fazer isto, eu Nunca vou ter aquilo, Nunca me vai acontecer, Nunca mais, Nunca-eu?!, sei que Nunca. não sabia nada. e é magnifica essa ignorância que teima em nunca nos largar. assim como saber que as palavras têm esse poder - o de não significarem nada ou significarem tudo.

sábado, 10 de maio de 2008

rir... pq ri faz bem... pq a rir ficas mais bonita ... :D



felizmente, tenho a capacidade de rebolar de riso de mim própria... para além de estranha (como diria alguém que não faz a mínima ideia do que isso quer dizer) sou realmente engraçada... LOLOLOLOLOLOLOLOL

E......pim =)

Hoje vi uma borboleta. Passeava na vida de mãos dadas com o vento e as flores. E ninguém lhe perguntou o nome. E eu trago-a nas mãos - uma chave qualquer para mudar o mundo. Trago-a nos dedos. Levo-a para a vida: a infinita certeza de uma beleza maior. Cheia de cores. Esta vontade secreta de trazer o mundo espantado nos olhos. Atravessei o frio para te contar estes refúgios imaginários que me roubam a almofada e me deixam a nadar em céu aberto. E acordei - serena - para experimentar o equilíbrio perfeito do sol a bater à janela num dia de frio. E não, não preciso de canções amargas. Mas gosto de saber que ainda consigo chorar na emoção indescritível das coisas bonitas.
É certo que o amor não apanha os frutos da árvore, apanha os que já caíram. Os mais doces e maduros. É assim que se alimenta. São esses que come.

terça-feira, 6 de maio de 2008

quinta-feira, 1 de maio de 2008

descubram as diferenças :D

e q tal um galaozinho...?


Um miúdo saía com uma rapariga judia e queria casar-se com ela e, para
isso precisava da autorização do pai. Ao chegar a casa dela o pai
explicou-lhe:
- Nós somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se
quiseres casar com a minha filha tens que passar por uma prova. Toma
esta maçã e volta amanhã.
O tipo saiu meio alucinado de casa. No dia seguinte voltou:
- Muito bem, – disse o pai – que fizeste com a maçã?
- Comi-a. Tinha fome.
O pai replicou:
- Vês? muito mal. Nós judeus descascamos a maçã e, com a casca,
fazemos um delicioso licor. Partimos em duas e damos metade aos pobres
e a outra repartimos com a nossa família. Metade das sementes vendemos
no mercado e a outra metade, quando tivermos mais, plantamos. Já viste
como somos? Bom, vou-te dar outra oportunidade. Toma este chouriço e
volta amanhã.
O tipo saiu um pouco lixado e voltou no dia seguinte:
- Então, que fizeste com o chouriço?
- Com o fio fiz uns cordões para os meus sapatos, com o chumbinho fiz
um pendente para pôr no fio da sua filha. Parti o chouriço a meio,
cortei-o em rodelas e metade dei aos pobres e a outra metade reparti
com a família
- Muito bem! E que fizeste com a pele?
- Com a pele fiz um preservativo, dei uma queca na sua filha e
trago-lhe aqui o leite para fazer um galão…