
Na luz do sol não se percebem sombras
Olho, vejo e sinto a paisagistica, percebo a multidão e a realidade que nos persegue.
Naquele dia, vi uma menina, era timida, alegre e insegura... linda. Queria falar cmg, relegou alguem para segundo plano, falámos um bocado no meio dos transeuntes, levou-me para outro espaço, não pude deixar de reparar em pequenos promenores, olhar curioso e expressivo; uma realidade por mim antes ignorada; duas covinhas; seres a perturbar o nosso espaço; saí-mos... Cinema, sala só para nós, haverá casualidade nisto? será que há acasos? e sorte? Conversa, no meio surge um queres andar cmg, parece que se acendeu uma luz, meditei na circunstancia, na objectividade do espaço, na variabilidade da razão, na pluralidade das situações, na experienciação até agora feita. Não pude deixar de repensar, repenso, vejo-te, tornás-te a minha insignificancia mais significante, a minha existência mais suportável, vivo agora noutra dimensão, sou no entanto inconformista. Não posso deixar de me lembrar nos pequenos momentos em que o tempo não existe, tou contigo, parece que os planetas deixam de fazer os seus movimentos próprios, será possivel adjectivar? Por agora não há noite. AMO-TE
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