
Passei um dia maravilhoso de que tenho memória, com sol, mar, boa onda,apaixonadissima e a certeza de que é isto que fica.
Anos mais tarde são estes momentos que resistem, agrafados ao peito com uma nota a dizer: "Valeu a pena".
Desde há muito tempo que insisto em não fazer as clássicas jantaradas de anos.
Há qualquer coisa nos aniversários que me deprime, coisa essa que ainda não consegui pôr em papel.
Não sei se é o bolo, se são as velas, se foi alguma coisa que sobrou de quando era mais nova e que alguma borracha se encarregou de apagar.
Mas nesse dia n foi um dia de anos mas voltou a ser especial.
Nao vi o meu pai e a minha mãe juntos e Felizes, e orgulhosos de mim, mas vi-me feliz, vi-me com alguem q posso falar, q me percebe e orgulhosa de mim, e o q vive dentro dele.
Foi um dia que começou às 4 da tarde, e que foi acabando às oito,mas que para mim só vai acabar quando acontecer outro melhor.
A meio da tarde surge uma conversa, uma frase q saiu de alguem, das tais vivencias de cafés e q ao ouvir isso pensei...
Perdoem-me o tom, mas é claramente uma demonstração de pequeno poder.
E isso põe-me do avesso.
Infelizmente hoje é tudo demasiado reles para sequer ser risível.
Toda a gente come, digere e no dia a seguir não se lembra.
fica-me a trabalhar no estômago mais do que eu queria,não acham que a vossa "vivencia" exige mais um bocadinho do que frases e palavroes de quarta classe?ou mais do que isso já é masturbação intelectual?
E a arrogância e altivez com que vomitam frases como essa q eu n me atrevo a citar é que vos faz pequeninos, e na minha modesta opinião, feios.
(A parte do "feios" é só uma opinião parvinha)
Para se ser agressivo, tem de se saber escrever e opinar muito bem.
Não é claramente o caso.
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